Prefeitos são favoráveis à paralisação do transporte coletivo na Região Metropolitana de Goiânia

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Mudanças podem ocorrer na prefeitura de Goiânia. Foto: divulgação.

A pressão para uma paralisação do transporte coletivo na Região Metropolitana de Goiânia aumentou por parte de alguns prefeitos que se encontraram na manhã deste sábado por videoconferência. A ideia seria que as empresas pudessem voltar com suas atividades e que ficassem responsáveis pelo transporte de seus funcionários.

Nesta sexta-feira (5), o presidente da Fecomércio (Federação do Comércio do Estado de Goiás), Marcelo Baiocchi, defendeu esta estratégia para que não ocorra uma continuação do fechamento das atividades econômicas na região.

“Sugerimos que os empresários providenciem o transporte de seus funcionários como, por exemplo, estabelecimento de rotas e carona entre os funcionários com ajuda de custo da empresa. Para aqueles que não têm essa possibilidade, que façam home office”, defendeu.

O prefeito de Aparecida de Goiânia, Gustavo Mendanha (MDB), também concordou com esta posição da Fecomércio, já que as empresas não estariam cumprindo os protocolos sanitários.

“Todos precisam seguir o protocolo, inclusive o transporte coletivo. Se não conseguem cumprir as medidas sanitárias, concordo com a proposta de lideranças empresariais em paralisar o transporte coletivo e que cada empresário viabilize o deslocamento de seus funcionários”, disse Mendanha.

A ideia do setor empresarial é que as atividades econômicas voltem o quanto antes. Como a ocupação dos leitos em várias cidades do estado não abaixou, havia uma sinalização de que os decretos municipais das cidades da Região Metropolitana de Goiânia fossem prorrogados por mais sete dias. À reportagem da Rádio Bandeirantes, alguns empresários disseram que não conseguiriam manter suas empresas se houver uma nova prorrogação.