OMS divulga seis critérios para reduzir ou introduzir o distanciamento social

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Imagem: Christopher Black/OMS

Nesta segunda-feira,13, a Organização Mundial de Saúde (OMS), reforçou os critérios que os países devem adotar para suspender o isolamento como forma de combate à Covid-19.

  • A transmissão do Coronavírus deve estar controlada
  • O sistema de saúde deve ser capaz de testar, detectar, isolar e tratar todos os casos, além de traçar todos os contatos
  • Os riscos de surtos devem ser minimizado em condições especiais, como instalações de saúde e casas de repouso
  • As medidas previstas devem ser realizadas em escolas, trabalhos e outros lugares onde seja essencial as pessoas irem
  • Os riscos de importação devem ser administrados
  • As comunidades devem estar completamente engajadas, empoderadas e educadas para de ajustarem à nova norma

De acordo com o diretor-geral de entidade, Tedros Adhanom Ghebeyesus, a organização divulgará, na terça feira,14, um estudo detalhado com as novas recomendações estratégicas. .

Para o diretor do programa de emergência da OMS, Michael Ryan, destacou que não se pode substituir a quarentena por “nada”, informando que outras medidas de saúde pública, como manter o distanciamento social e lavar as mãos com frequências, tem que permanecer pelo “futuro previsível”.

“Existem coisas que precisam ser feitas. Você não pode substituir a quarentena por nada. Você precisa substituir a quarentena por uma comunidade muito profundamente educada, comprometida, engajada e empoderada. Nós precisaremos mudar nosso comportamento pelo futuro previsível”, alertou.

Ryan, ressaltou, também, que as máscaras não são uma alternativa à quarentena.

“Máscaras não são uma alternativa à quarentena. E nós dissemos isso publicamente várias vezes: a OMS vai apoiar países que querem implementar uma estratégia mais ampla de usar máscaras ou de cobrir o rosto, desde que seja parte de uma estratégia mais abrangente”, alertou.

O Brasil já registra 1.328 mortos por coronavírus. Nas últimas 24 horas, foram 105 novos óbitos, um aumento de 9%. Já em relação aos casos confirmados, são 23.430, segundo o Ministério da Saúde.O número representa um incremento de 6% entre ontem e hoje, com 1.261 novos casos da doença.

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