Rendimento do trabalhador goiano bate recorde histórico no 1º trimestre de 2026 

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Goiás registrou no primeiro trimestre de 2026 o maior rendimento médio real habitual da série histórica iniciada em 2012. Segundo levantamento do Instituto Mauro Borges de Pesquisa e Política Econômica (IMB), com base nos dados da PNAD Contínua Trimestral, o trabalhador goiano passou a receber, em média, R$ 3.878. 

O valor representa crescimento de 15,5% em relação ao mesmo período de 2025, com aumento absoluto de R$ 431. O resultado corresponde ao segundo maior avanço entre os estados brasileiros. O rendimento também ficou acima da média nacional, estimada em R$ 3.722. 

Além do avanço salarial, o levantamento apontou redução de 3,2% no número de trabalhadores em situação de informalidade e queda de 0,2 ponto percentual na taxa de desocupação no estado. 

Segundo o governador Daniel Vilela, os resultados refletem políticas públicas voltadas para geração de emprego e fortalecimento da economia. 

“Temos realizado ações importantes que garantam melhor qualidade de vida para a população, oferecendo condições de crescimento nos vários segmentos da economia para alavancar a oferta de emprego”, afirmou. 

Rendimento real total

Outro destaque foi o rendimento real total, que representa a soma dos rendimentos dos trabalhadores goianos. O indicador atingiu R$ 14,8 bilhões no trimestre, recorde histórico para o estado e alta de 3,4% em relação ao trimestre anterior, acima do crescimento nacional, que ficou em 0,6%. 

Para o secretário-geral de Governo, Gean Carlo Carvalho, os números demonstram fortalecimento do ambiente econômico goiano. 

“Os dados mostram que nós estamos avançando e consolidando um ambiente favorável nos negócios, no estímulo à formalização e fortalecendo as políticas de estado que priorizam a perspectiva de crescimento e do aumento da renda da população”, destacou. 

A pesquisa também mostrou que Goiás registrou uma das menores taxas de desalento do país. O índice ficou em 0,7%, colocando o estado na segunda posição nacional entre os menores percentuais de pessoas que desistiram de procurar emprego. 

Já a taxa de desocupação ficou em 5,1% no primeiro trimestre de 2026, abaixo da média nacional, de 6,1%. Atualmente, Goiás ocupa a nona colocação entre os estados com menor desemprego do Brasil. 

Trabalhador goiano nunca ganhou tanto: renda bate recorde e supera média do Brasil

Setores impulsionam crescimento 

Entre os setores que mais contribuíram para o aumento da ocupação em Goiás estão: 

  • Comércio: crescimento de 7%, chegando a 846 mil trabalhadores;  
  • Construção civil: avanço de 0,3%, totalizando 306 mil trabalhadores ocupados.  

Os resultados contrastam com o cenário nacional, onde comércio e construção civil apresentaram retração de 1,5% e 1,8%, respectivamente.

Lucas Freitas
Lucas Freitas
Jornalista formado pela UNIFASAM - Centro Universitário Sul-Americano. Profissional apaixonado em entretenimento, cinemas, teatro, futebol e musicas. Jornalista por amor.

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