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sábado, 25, junho 2022
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Ex-governador Marconi Perillo diz que houve uma ‘sórdida armação’ para prejudicá-lo na eleição de 2018

Em janeiro deste ano, uma pesquisa realizada pelo Instituto Serpes apontou uma vantagem de Marconi Perillo na corrida ao Senado

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Ex-governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB) falou pela primeira vez à imprensa após decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que anulou os julgamentos da Justiça Federal de Goiás no âmbito da Operação Cash Delivery.

Além dele, o ex-presidente da antiga Agetop, a Agência Goiana de Infraestrutura e Transportes Jayme Ríncon eram investigados por supostos desvios de dinheiro. Em entrevista coletiva, num hotel de Goiânia, nesta segunda-feira (16), Perillo definiu a operação como uma armação política para prejudicar sua campanha eleitoral em 2018.

“À medida que há essa decisão da justiça, do STF, de anular, liquidar essa famigerada ação, fica muito claro de que, à época, houve uma sórdida armação política, com um único objetivo, que era me derrotar como candidato ao Senado”, frisou.

Ainda de acordo com o tucano, a operação está ‘morta’ e ele afirma também que a Justiça Eleitoral havia investigado e arquivado as investigações ainda em primeiro grau.

“A armação dessa operação Cash Delivery, hoje ela está morta, enterrada, aquele inquérito que deveria, lá atrás, 2016, 2017, 2018, para a Justiça Eleitoral do primeiro grau, agora terá que ir para a Justiça Eleitoral para começar tudo do zero, para investigar tudo que eles da Justiça Eleitoral já investigaram arquivaram no ano passado, no ano retrasado”, completou o ex-governador de Goiás.

Sobre sua candidatura na eleição de outubro deste ano de 2022, Marconi externou parcimônia na resposta explicando que a decisão depende de diálogo com apoiadores e militantes do partido.

“Essas coisas não dependem da gente, candidatura a gente sabe que depende dos aliados, do povo, de pesquisas qualitativas, quantitativas e das pessoas dos militantes, dos líderes que sustentam qualquer candidatura. Estou disposto a participar efetivamente do processo eleitoral de 2022 e estou consultando nesses encontros com as lideranças”, completou.

Desde 2018, época da operação, Marconi Perillo proferia um discurso de que era perseguido e que tudo teria sido armado para prejudicá-lo. À época, ele foi candidato ao cargo de senador e obteve mais de 416 mil votos. Naquele ano, Vanderlan Cardoso (PSD) e Jorge Kajuru (Podemos) foram os dois nomes escolhidos para representar Goiás no Senado Federal.

Em janeiro deste ano, uma pesquisa realizada pelo Instituto Serpes apontou uma vantagem de Marconi Perillo na corrida ao Senado, com 16,6% ante 11,1% de Henrique Meirelles, que desistiu de sair candidato este ano.

Já para o governo de Goiás, Marconi alcançou 14,1%, ficando, portanto, na segunda colocação atrás de Ronaldo Caiado — governador do estado e candidato à reeleição.


Leia mais: Goiás tem a sétima menor taxa de desemprego do país, segundo IBGE

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