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sexta-feira, 20, maio 2022
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Em lançamento de pré-candidatura, Ciro Gomes critica Lula, Moro e Bolsonaro

Ciro também descartou com veemência a possibilidade de apoiar a candidatura do ex-presidente Lula

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Ciro Gomes (PDT) segue o que vinha falando há tempo e apresenta as propostas ao lançar seu nome à disputa da presidência da República, em 2022.

O pedetista foi explícito ao anunciar, nesta sexta-feira (21), em Brasília, o que pretende fazer se assumir o cargo político mais importante do país. Teto de gasto público, taxar grandes fortunas, revisar a reforma trabalhista — aprovada no governo do presidente Michel Temer (MDB) –, além de tributar lucros e dividendos foram as promessas do pré-candidato.

Ministro no governo de Itamar Franco e também do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Ciro prometeu apresentar também um mecanismo de acabar com a reeleição no Brasil.

Ciro tem como marqueteiro João Santana, que antes foi responsável pelas campanhas do Partido do Trabalhadores (PT). Com 64 anos de idade, Ciro disse, em seu pronunciamento, que quer “ser o presidente da rebeldia e da esperança”.

Ainda durante sua fala, Ciro não poupou o presidente Jair Bolsonaro (PL), o ex-presidente Lula da Silva, o ex-juiz Sergio Moro (Podemos) e proferiu diversas críticas. Vinculou Lula a Bolsonaro, a quem acusou de praticar genocídio na pandemia de covid-19, e propôs quebrar essa polarização. Definiu Moro como um “rosário de vergonhas”.

Sobre economia, Ciro Gomes disse que os presidentes brasileiros foram iguais no que cerne à essa temática, por isso, completa ele, há esse estado atual.

“Seria exagero dizer que os presidentes, apesar de diferentes em muitas coisas, foram iguaizinhos em economia, e que o modelo econômico que copiaram uns dos outros nos trouxe a este beco sem saída? Seria mentira afirmar que eles, sem exceção, impuseram um tipo de governança que tem o conchavo e a corrupção como eixos? Não, não é exagero. É pura realidade”, completou.

Ciro também descartou com veemência a possibilidade de apoiar a candidatura do ex-presidente Lula.

“Eu ajudei o Lula em todas as eleições. Será que existiria o Bolsonaro se não fosse a contradição econômica, social e moral do Lula? Eu não posso ficar de novo sustentando as irresponsabilidades do Lula”, disse.


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