Copa do Mundo Feminina de Futebol começa nesta sexta-feira, 7. Primeiro jogo do Brasil é no próximo domingo,9, contra a Jamaica. Foto: CBF

Começa hoje a oitava edição da Copa do Mundo Feminina de Futebol. Em campo, muito mais do que o peso da camisa canarinho. São milhões de mulheres brasileiras representadas em um time de 11 jogadoras que já podem se considerar vencedoras.

A competição não é novidade, mas a visibilidade que o assunto ganhou  nesse ano é fundamental para chamar atenção sobre a equidade de gênero.

E um requerimento apresentado pela vereadora Sabrina Garcêz ao prefeito Iris Rezende põe mais luz sobre a discussão. 

Ela pede que Iris flexibilize o horário de trabalho dos servidores municipais para que no dia dos jogos da seleção feminina eles possam assistir as partidas assim como já acontece com as competições do grupo masculino.

Se o requerimento for aceito pelo prefeito Iris, e imagino que será, torço para que mais municípios, o governo do estado e as empresas privadas também tomem atitude semelhante.

Possibilitar que homens e mulheres possam acompanhar a Copa Feminina é  tratar o assunto futebol com a igualdade de gênero que ele merece.

É mais até que isso. É mostrar que o lugar de mulher é onde ela quiser estar.

Rosane Kotoski comenta de segunda a sexta no Jornal Primeira Hora, às 6h30