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terça-feira, 7, dezembro 2021
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Preocupado com a economia, presidente é contra Carnaval e um novo lockdown no país

Ainda na entrevista de hoje, o presidente explica que mais um lockdown acontecendo, a economia terá grande baque no Brasil

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Em entrevista nesta quinta-feira (25), o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) disse que, por ele, não haveria as festas de Carnaval no Brasil, em fevereiro de 2022.

A fala do chefe do Executivo ocorre ante a polêmica da festa mais importante do país, já que há, no momento, quase unanimidade entre os especialistas que defendem o cancelamento desse período festivo no ano que vem.

“Por mim, não teria carnaval. Só que tem um detalhe: quem decide não sou eu. Segundo o Supremo Tribunal Federal (STF), quem decide são os governadores e prefeitos. Não quero me aprofundar nessa que poderia ser nova polêmica.”, disse o presidente durante entrevista que foi transmitida por suas redes sociais.

Em países da Europa há um crescimento de casos do novo coronavírus, isso teria levado as autoridades políticas a recuarem nalguns pontos e voltarem a aplicar medidas de restrições semelhantes ao período mais crítico da pandemia.

O presidente expressou também preocupação no tocante à economia do país. Desde o início da pandemia, o gestor apresentava diversas declarações acerca dos prejuízos econômicos que o país teria se todas as atividades profissionais fossem fechadas no Brasil.

Ainda na entrevista de hoje, o presidente explica que mais um lockdown acontecendo, a economia terá grande baque no Brasil

“Se tivemos outro lockdown em Estados e municípios pelo Brasil, vão quebrar a economia de vez em nosso país. Essa é a nossa preocupação. Não adianta se esconder nem culpar ninguém sobre essa tragédia”.

O presidente criticou também a festa do Carnaval em 2020. Segundo ele, a festividade pode ter sido responsável pelo aumento dos casos de covid-19, já que, à época, houve a permissão do evento.

A vacinação no Brasil está avançando e é considerada melhor que em muitos países. Já há pessoas recebendo, inclusive, a dose de reforço da vacina contra a covid-19 distribuída pelo Ministério da Saúde (MS) a todos os estados brasileiros.


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