Em Goiânia, audiência discute pedido da aprovação de auxílio emergencial para pessoas físicas e jurídicas

Vereador Mauro Rubem disse que levará a demanda ao governador Ronaldo Caiado e ao prefeito Rogério Cruz

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Mauro Rubem levará as demandas das entidades às autoridades. Foto: divulgação/Sindisaúde.

Entidades de representação do setor produtivo e de trabalhadores solicitaram nesta terça-feira (20) à Frente Parlamentar Vacina Para Todos e de Combate à Covid-19 que apresente à Prefeitura de Goiânia e ao governo de Goiás pedido de urgência na aprovação de auxílio emergencial para pessoas físicas e jurídicas.

A solicitação foi entregue ao presidente da Frente Parlamentar, Mauro Rubem (PT), que participava da audiência onde foi feita a proposta pelas entidades. Mauro confirmou que levará as propostas ao governador e ao prefeito.

“Vamos encaminhar as deliberações desta audiência pública ao prefeito (Rogério Cruz, Republicanos) e ao governador (Ronaldo Caiado, DEM) para a tomada de decisões”, disse o parlamentar.

A também vereadora e presidenta da Comissão de Educação e Cultura, Ciência e Tecnologia (CECCT), Aava Santiago (PSDB), participou da audiência junto às entidades.

Participaram do debate, por videoconferência, o presidente da Associação dos Feirantes da Feira Hippie, Waldivino da Silva; André Baleeiro, da Rede Agro Eco Sol Agroecologia, Cultura e Economia Solidária; o vice-presidente da Fecomércio, Ademildo Godoy; Valdir Minerovizcs, representando a Comunidade que Sustenta a Agricultura (CSA); Elias Hanna, do CREMEGO; Fábio Basílio, Sinfargo; Andressa Araújo Martins, representante da Associação para Desenvolvimento da Agricultura Orgânica do Estado de Goiás (Adao); Jéssica Brito, do Movimento Camponês Popular (MCP) e Gilvan Rodrigues, do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MTST).

A medida é defendida pelas entidades devido às perdas econômicas que todos os setores da sociedade sofreram em razão da pandemia da covid-19. Em entrevista à Rádio Bandeirantes Goiânia, o presidente da Associação dos Feirantes da Feira Hippie, Waldivino da Silva, disse que os feirantes estão passando sérias dificuldades, muitos estão vivendo de ajuda, cestas básicas doadas por outros feirantes e população em geral por causa da perda de renda pelo fechamento da feira.

Várias entidades defendem que o Brasil precisaria passar por um fechamento rigoroso e o governo deveria criar um auxílio emergencial para que as pessoas fiquem em casa por alguns meses até que expressiva parte da população seja vacinada contra o coronavírus.


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