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quarta-feira, 29, maio 2024
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Em discurso da ONU, Bolsonaro fala sobre soberania, Amazônia e indígenas

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Em discurso na abertura da 74ª Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU), em Nova York (EUA), o presidente Jair Bolsonaro acusou líderes estrangeiros de atacar à soberania do Brasil, afirmou que não vai ampliar o percentual do território brasileiro com terras indígenas e que tem compromisso com o meio ambiente.

Bolsonaro afirmou que é uma “falácia” a afirmação que a Amazônia é um patrimônio da humanidade.

“Valendo-se dessas falácias um ou outro país, em vez de ajudar, embarcou nas mentiras da mídia e se portou de forma desrespeitosa e com espírito colonialista. Questionaram aquilo que nos é mais sagrado, a nossa soberania”, disse o presidente.

Ele ainda disse que tem “compromisso solene” com a proteção da Amazônia e que ela “permanece praticamente intocada”.

“Em primeiro lugar, meu governo tem o compromisso solene com a preservação do meio ambiente e do desenvolvimento sustentável em benefício do Brasil”, declarou.

Bolsonaro é o oitavo presidente brasileiro a abrir os debates. Desde 1949, cabe ao representante brasileiro realizar a abertura na Assembleia Geral. O primeiro chefe de Estado do país a discursar no encontro foi João Figueiredo, em 1982.

Terras indígenas

“Quero deixar claro: O Brasil não vai aumentar para 20% sua área já demarcada como terra indígena, como alguns chefes de estado gostariam que acontecesse”, afirmou o presidente que aproveitou para criticar o líder indígena cacique Raoni. Ele disse que essas lideranças são usadas “como peça de manobra” por governos estrangeiros e a que a visão de um pode não representar a de todos os outros indígenas.

“Muitas vezes, alguns desses líderes, como o cacique Raoni, são usados como peça de manobra por governos estrangeiros na sua guerra informacional para avançar seus interesses na Amazônia”, criticou.

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