Advogado do Vila Nova vê como exagero ação do Goiás: “ato puramente midiático”

Segundo o vice-presidente jurídico do Goiás, Dr. Frederico Valtuille, a diretoria está cumprindo o que foi decidido e o que foi prometido para torcida.

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Imagem: Divulgação

Em entrevista ao jornalista esportivo, Bruno Daniel, o advogado Dr. Maurílio Teixeira, responsável pelo departamento de futebol de Vila Nova disse que vê como arrogância a ação do Goiás que pede R$ 50 mil pela cusparada de Alan Mineiro na bandeira do clube, ocorrida na 3ª rodada do Goianão 2021. “Totalmente desnecessária. Uma situação que já foi devidamente explicada, já foi justificada por parte do atleta, com pedido de desculpas”, disse.

Ainda de acordo com Maurílio, o Goiás quer tirar o foco do momento que, segundo ele, ruim que o clube enfrenta. “Eu faço disso um questionamento: qual é a importância nacional de uma bandeira do Goiás, na realidade uma bandeirola, para que o Goiás requeira uma indenização como se fosse uma bandeira estadual, nacional ou municipal?”, argumentou o advogado.

Segundo departamento jurídico do clube, o Vila Nova e o meia Alan Mineiro, ainda não foram citados formalmente. “Entendemos que foi um ato puramente midiático por parte do Goiás Esporte Clube”, sublinhou Maurílio, que argumentou mais de uma vez ser um ato para desviar o foco do atual momento do clube.

Segundo o vice-presidente jurídico do Goiás, Dr. Frederico Valtuille, a diretoria está cumprindo o que foi decidido e o que foi prometido para torcida. O Goiás pede uma indenização no valor de R$ 50 mil por danos morais. Na ação, o clube diz que “não é necessário muito esforço para comprovar de forma irrefutável a lamentável atitude do atleta”.

Ouça a entrevista completa com o advogado Dr. Maurílio Teixeira, responsável pelo departamento de futebol de Vila Nova:


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