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quinta-feira, 18, julho 2024
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STJ recusa recurso e mantém suspensão das investigações contra padre Robson

O desembargador considerou que as provas usadas pelo Ministério Público na Operação Vendilhões foram usadas de maneira ilegal de outra apuração.

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O Superior Tribunal de Justiça (STJ) manteve a suspensão da investigação contra o padre Robson de Oliveira, por suspeitas de desvio de dinheiro e outras irregularidades, no âmbito da Associação Filhos do Pai Eterno (Afipe). A Operação Vendilhões foi deflagrada em agosto de 2020, com o cumprimento de mandados de busca e apreensão em endereços ligados ao padre Robson e também na sede da Afipe, em Goiânia.

De acordo com as informações, a decisão do desembargador Olindo Menezes foi proferida na última terça-feira (18), porém só veio à tona neste final de semana. O desembargador considerou que as provas usadas pelo Ministério Público na Operação Vendilhões foram usadas de maneira ilegal de outra apuração. Com isso, ele reforçou a decisão do STJ e decidiu manter o bloqueio das investigações.

As investigações do Ministério Público apontam que padre Robson e outros investigados, teriam usado dinheiro doado por fiéis para comprar imóveis em benefício próprio. Entre eles, fazendas, uma casa na praia e até um avião, além de carros de luxo. Estima-se que o suposto prejuízo à Afipe ultrapassa os R$ 100 milhões.

O advogado de defesa, Pedro Paulo de Medeiros, disse em vídeo divulgado após as denúncias, ainda em 2020, que “injustas as investigações do Ministério Público”. Ainda de acordo com ele, a Afipe, uma associação privada, “não tem qualquer satisfação a dar ao Ministério Público”, argumentou. Além disso, Pedro Paulo diz que as movimentações financeiras da Afipe são “assuntos internos”.


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