Senador Canedo decide adotar nota técnica do estado na íntegra

Senador Canedo está no grupo de municípios identificados pela cor laranja, que indica situação crítica em relação à pandemia do novo coronavírus.

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Prefeito de Senador Canedo Fernando Pellozo
Fernando Pellozo suspendeu todas as suas agendas presenciais desde o último domingo (07). (Foto: Xande Manso / Secom Senador Canedo)

O Comitê Municipal de Enfrentamento à Covid-19 de Senador Canedo decidiu acatar, na íntegra, as recomendações do Governo do Estado e adota, a partir da quinta-feira (18), nota técnica que estabelece o funcionamento do comércio em geral – centros comerciais, shoppings e academias, entre outros – com 50% de lotação, e restringe a 30% a ocupação de igrejas e bares e restaurantes. Essas são algumas das medidas indicadas para os municípios considerados “em situação crítica” com o agravamento da crise sanitária.

A Prefeitura de Senador Canedo vai publicar, nesta quinta-feira (18), o decreto contendo todas as recomendações para o funcionamento dos estabelecimentos no município, além de reforçar a necessidade do uso de máscara facial, da higienização das mãos e da manutenção do distanciamento social. “E vamos iniciar de imediato um trabalho de orientação, seguido da fiscalização. Seremos firmes como a ocasião exige, o que implica na notificação e mesmo punição de quem descumprir as normas”, detalha Fernando Pellozo.

Situação

Senador Canedo está no grupo de municípios identificados pela cor laranja, que indica situação crítica em relação à pandemia do novo coronavírus. “Um termômetro da gravidade da situação é considerar que na semana passada abrimos o Hospital de Enfrentamento à Covid-19 com 11 leitos de UTI e 20 de enfermaria e, hoje, a ocupação já é de 100%”, diz o chefe do Executivo Municipal.

Fernando Pellozo confirma movimentos da Prefeitura de Senador Canedo no sentido de ampliar ainda mais a rede de atendimento à doença, com a abertura de mais cinco leitos de UTI e cinco de enfermaria, mas é enfático em chamar a atenção para a responsabilidade coletiva. “Não temos como abrir novos leitos indefinidamente e mesmo isso não seria capaz de fazer frente ao avanço do vírus. Se a população não se conscientizar e seguir as orientações, o resultado dificilmente será satisfatório”, conclui.


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