Prefeito de Anápolis se filia ao PP e indica chapa com DEM em 2020

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Naves foi eleito em 2016 quando ainda figurava nos quadros do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB). Foto: Rafael Tomazeti

O prefeito de Anápolis, Roberto Naves, assinou neste sábado (30) sua filiação ao Partido Progressistas (PP). O evento foi realizado no Parque de Exposições Agropecuárias da cidade e contou com as presenças do ex-ministro das Cidades e presidente da sigla, Alexandre Baldy, do governador Ronaldo Caiado e do senador Vanderlan Cardoso, além de outras autoridades.

Naves foi eleito em 2016 quando ainda figurava nos quadros do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB). Na nova sigla, o prefeito vê condições melhores de reeleição no próximo ano, principalmente pelo apoio de caciques do Democratas, partido que estreitado cada vez mais as relações com o PP.

“Entendemos que esta filiação nos permite olhar para frente e manter o novo ciclo de crescimento da cidade de Anápolis. Desde a decisão do partido ao momento, tudo foi em prol da cidade. É importante ter essa ligação com o governador Ronaldo Caiado e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia”, afirmou em entrevista à Rádio Bandeirantes.

Vice do DEM

Progressistas e Democratas trabalham para a formação de uma chapa conjunta das duas legendas. Destarte, conforme o governador Ronaldo Caiado, a tendência é que o vice-prefeito Márcio Cândido se filie aos quadros demistas em breve.

“Essas decisões são no momento de uma convenção partidária, mas está claro que existe um sentimento do prefeito em estar conosco neste processo”, comentou Caiado.

De acordo com o presidente do PP em Goiás, Alexandre Baldy, os dois partidos devem formalizar uma chapa em 2020. “A aproximação do PP com o DEM ocorre há muito tempo. Estamos unidos pelo Brasil. O que for interesse do cidadão goiano e anapolino será aplicado”, endossou.

Roberto Naves preferiu manter a cautela e ressaltou que a decisão de trocar o Partido Social Democrático (PSD) pelo DEM cabe unicamente ao vice-prefeito. “Existe a possibilidade. Não vamos indicar o que vai acontecer. É uma decisão pessoal dele. Mas tenho certeza que tanto o governador como o presidente da Câmara têm uma influência muito grande sobre isso”, ponderou.

*Reportagem: Rafael Tomazeti

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