Polícia Civil prende autores de furto milionário a banco em Anápolis

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A Polícia Civil do estado de Goiás, por meio do Grupo Antirroubo a Bancos da Delegacia de Investigações Criminais (GAB/DEIC), desarticulou uma associação criminosa responsável pelo furto ocorrido no Banco do Brasil de Anápolis no dia 25 de abril deste ano.

Na ocasião, quatro indivíduos se deslocaram de Brasília até a agência em Anápolis, cortaram a comunicação dos sistemas de segurança, adentraram o local e, com a utilização de ferramentas específicas, danificaram o cofre principal da agência e subtraíram a quantia de aproximadamente R$ 1.000.000,00 (um milhão de reais).

Investigação

Inicialmente, a Polícia Civil do Distrito Federal compartilhou informações advindas da prisão de funcionários de uma empresa que realizava o monitoramento da agência bancária e que facilitaram a invasão, deixando de comunicar o sinistro nos sistemas de segurança.

Em continuidade, com investigações realizadas por meio do Grupo Antirroubo a Bancos da PCGO, em parceria com a PCDF, descobriu-se o mentor do crime e outros quatro indivíduos que realizaram o furto na agência bancária. Foram realizadas diligências em Brasília-DF, Joinville-SC e outras cidades de Santa Catarina, culminando no cumprimento de 4 mandados de prisão e no cumprimento de 5 mandados de busca e apreensão, os quais resultaram na apreensão de munições, documentos relacionados a facção criminosa e ainda uma figura com instruções para a abertura do cofre da agência de Anápolis.

Criminosos presos:

Foram presos Ronei Alves, Dgemis da Silva, Vitor Silveira e André de Oliveira. Porém, o mentor do crime, José Carlos Lacerda (Carlinhos) e Adriano Roncalio e Rogelson Hartmann permanecem foragidos.

Informações sobre o paradeiro dos suspeitos podem ser encaminhadas pelo telefone 197, Disque Denúncia da Polícia Civil de Goiás. As diligências do GAB tiveram o apoio da Polícia Civil de Santa Catarina. José Carlos Lacerda, Adriano Roncalio e Rogelson Hartmann.

As imagens dos suspeitos estão sendo divulgadas tendo em vista o interesse público em serem reconhecidos por outros crimes e para a localização dos foragidos. Destarte, não viola a Lei nº 13.869/2019 (nova lei de abuso de autoridade).

Após representação policial, foi determinado pelo Juízo de Anápolis o sequestro de bens imóveis e veículos de propriedade dos suspeitos para reparação dos danos causados e evitar o indevido enriquecimento dos mesmos.

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