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terça-feira, 24, maio 2022
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Pior momento da 2ª onda pode não ter passado, diz superintendente em Saúde de Goiás

Segunda a superintendente, temos dois caminhos que podem levar ao controle da doença atualmente: a vacina ou o isolamento social.

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No dia em que o mundo registra a marca de um ano do primeiro caso de Covid-19 confirmado, a superintendente de vigilância em Saúde de Goiás, Flúvia Amorim, falou à Bandeirantes sobre o enfrentamento a pandemia e que o pior momento da segunda onda, pode não ter passado. De acordo com Flúvia, temos dificuldade de controlar a doença, pois o controle da mesma está vinculado a dependência do comportamento das pessoas.

“A gente já via isso com dengue, outras doenças, mas com a Covid-19 esse impacto é muito maior. Infelizmente tivemos um momento lá em março [2020], onde as pessoas tinham medo e seguiam as regras, mas com o decorrer do tempo, parece que isso foi diminuindo”, ressaltou. “Apesar de estarmos no pior momento da pandemia, estamos também no pior momento de adesão da população quanto as medidas restritivas”, afirmou.

Segunda a superintendente, temos dois caminhos que podem levar ao controle da doença atualmente. “A vacina ou o isolamento social. Nós não temos outra alternativa para melhorar a situação que a gente está hoje. A vacina está vindo em quantidade muito pequena, o número de doses é muito pequeno para termos o impacto esperado”, diz Flúvia. Atualmente, de acordo o índice de isolamento social feito pela Inloco, Goiás tem apenas 32,7% de isolamento social.

Segunda onda

O Painel da Covid-19 de Goiás, aponta que o estado está com 98% de ocupação nos leitos de Unidades de Terapia Intensiva (UTI’s). Os leitos de enfermaria estão com 84% de ocupação. Além disso, Goiás registrou o maior número de mortes em 24 horas na última quarta-feira (10). Foram 267 óbitos contabilizados. Os números apontam que a segunda onda está pior que a primeira, segundo as autoridades de saúde. Flúvia afirma que o pior momento da segunda onda pode não ter passado.

“Não dá para afirmar que nós já passamos do pior momento desta segunda onda. Ainda não é possível afirmar isso”, alerta. “Hoje, [a vacina] é a melhor forma de controlar. Mas vamos deixar bem claro, que mesmo que a gente vacina a maior parte da população agora, demoraria 45 dias para termos um impacto. Então mesmo a vacina para esse momento que estamos vivendo agora, não teria impacto rápido”, conclui.  


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