Os pés de Marta gritam pela igualdade de gênero

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A Copa do Mundo de Futebol Feminino de 2019 vai, com certeza, entrar para a história como a Copa pela busca da igualdade entre os gêneros.

Elas estão entrando em campo e mostrando que jogam tão bem quanto eles. Sendo assim não faz sentido a disparidade de salários e investimentos entre o futebol deles e delas.

Marta é a maior artilheira em Copas do Mundo, a única jogadora escolhida 6 vezes a melhor do mundo entre homens e mulheres e agora escancara para o universo do futebol uma realidade tão perversa quanto a que as mulheres brasileiras, meras mortais do chão de fábrica, do trabalho doméstico, do jornalismo, dos cargos executivos, já conhecem bem.

Mulheres podem ganhar até 40% menos que homens, mesmo ocupando a mesma posição e tendo na maioria das vezes mais escolaridade e qualificação.

Dentro e fora de campo, a discriminação de gênero é descabida e nojenta.
É tempo de mudança.

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Rosane Kotoski comenta de segunda a sexta no Jornal Primeira Hora, às 6h30