Minas Gerais: polícia encontra mais um lote de cerveja contaminada

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Foto: iStack

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) confirmou nesta segunda-feira, 13, que um terceiro lote da cerveja Belorizontina, produzida pela Backer, também está contaminado por substâncias tóxicas. Segundo os resultados, dois anticongelantes faziam parte da composição – o que pode ter sido a causa da doença misteriosa que contaminou 21 pessoas no estado na última semana.

A presença de dietilenoglicol, que é tóxico à saúde humana, já tinham sido encontradas nos lote L1 e L2 1348. Agora, o mesmo produto foi achado no lote L2 1354 .Os novos resultados indicam, ainda, que uma substância chamada monoetilenoglicou está presente nos dois lotes.

De acordo com as investigações em outros estados, a cerveja é vendida com o nome de “capixaba”. A Polícia Civil informou que há garrafas com esse rótulo que também estão contaminadas.

As demais garrafas com os líquidos contaminados nos dois primeiros lotes foram distribuídas para os estados de Belo Horizonte, São Paulo, Espírito Santo, além de Brasília e outras regiões de Minas.

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