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quinta-feira, 27, janeiro 2022
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Maratona Bariátrica pode zerar fila de cirurgias até o fim do ano, aponta presidente do Imas

Prefeito Rogério Cruz também cobra celeridade para atender todos os pacientes

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Desde 30 de setembro deste ano, o Instituto Municipal de Assistência à Saúde dos Servidores de Goiânia (Imas) realiza a Maratona Bariátrica com o intento de atender os servidores que há anos acabam tendo que aguardar pelo procedimento.

Segundo a prefeitura de Goiânia, a proposta leva esperança a essas pessoas que acabam tendo problemas psicológicos devido à autoestima. Serão 75 beneficiários com a maratona, 75 pessoas que mudarão radicalmente e encontrarão um novo sentido pra suas vidas.

O prefeito Rogério Cruz explica que o propósito é zerar a fila de espera com essa maratona e que até dezembro deseja atender a todos.

“Nosso esforço é para zerar essa demanda, visto que estamos tratando com o que há de mais importante, a vida de pessoas que necessitam deste procedimento, para terem um viver melhor”, afirmou.

O número das pessoas atendidas pela prefeitura vem surpreendendo, já que a previsão era atender 12 pessoas por semana, no entanto o número vem suprindo as expectativas. O presidente do Imas, Júnior Café, falou com a reportagem da Bandeirantes e prevê zerar a fila antes mesmo do prazo.

“Estamos contentes com o resultado inicial, conseguimos realizar 7 cirurgias a mais do que o previsto nestas duas semanas iniciais, acredito que a meta será alcançada até dezembro”, destacou.

Segundo o Imas, no momento 110 pessoas deram entrada no processo para realizar a cirurgia. Destas, 67 estão aptas para o procedimento desde o dia 30 de setembro. Ainda de acordo a gestão municipal, as demais aguardam laudos, exames e liberação dos médicos. A Maratona Bariátrica conta com 4 hospitais e 6 médicos especialistas para o procedimento.

O servidor da Companhia de Urbanização de Goiânia (Comurg) Jaderson Leandro, de 38 anos, falou à Bandeirantes que realizou sua cirurgia no dia 4 de outubro e que o procedimento elevou sua autoestima.

“Estou ansioso e feliz. Ser obeso não é uma realidade fácil, a vida de um sedentário é difícil e complicada. Além da restrição física no trabalho, por conta do cansaço, a gente convive com piadas dos colegas, o que acaba atingindo a nossa saúde mental. Minha autoestima está bem elevada, estou aqui na expectativa, emagrecendo”, narrou.

Já Dulcelene Conceição, 47 anos, também servidora de Goiânia fala sobre suas expectativas para se desvencilhar do preconceito e brincadeiras das pessoas.

“Entrar numa loja e ser vista como um ET, escolher uma roupa e não um saco qualquer, deixar para trás as dificuldades de locomoção, principalmente na hora de passar pela catraca do ônibus, dar adeus às dores nas costas e nas pernas por conta do peso. Tudo isso será maravilhoso. Ter saúde e qualidade de vida são os meus maiores desejos. Quero fazer coisas que hoje são impossíveis, como uma simples caminhada”, diz.


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