Linhas do Eixo não estão operando devido a greve dos motoristas, informa RMTC

De acordo com o comunicado da RMTC, “as demais linhas do sistema Metropolitano de Transporte Coletivo estão funcionando normalmente”.

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Paralisação Eixo Anhanguera
Motoristas do transporte coletivo pedem prioridade na ordem de vacinação contra a Covid-19. Foto: Carlos Alberto / Sindicoletivo)

A Rede Metropolitana de Transportes Coletivos da Grande Goiânia (RMTC), informou na manhã desta sexta-feira (09), que as linhas do Eixo Anhanguera não estão operando devido a paralisação de parte dos motoristas do transporte coletivo. Liderados pelo Sindicato Intermunicipal dos Trabalhadores no Transporte Coletivo Urbano de Goiânia e Região Metropolitana (Sindicoletivo), os trabalhadores pedem prioridade na vacinação contra a Covid-19.

De acordo com o comunicado da RMTC, “as demais linhas do sistema Metropolitano de Transporte Coletivo estão funcionando normalmente”. A paralisação afeta os terminais Padre Pelágio, Dergo, Praça A, Praça da Bíblia, Novo Mundo e Vera Cruz em Goiânia. Além disso, os terminais localizados em Goianira, Senador Canedo e Trindade, também foram afetados pela greve. Os motoristas estão manifestando em frente a Sede Operacional da Metrobus, próximo ao Terminal Padre Pelágio, em Goiânia.

Sindicato aprova vacina, mas reprova greve

O Sindicato das Empresas de Transporte Coletivo da Região Metropolitana de Goiânia (SET) manifestou na tarde de quinta-feira (08) que é totalmente a favor da vacinação dos trabalhadores do transporte público coletivo, mas que a paralisação do serviço não é a solução, “pelo contrário, trata-se de uma ação ruim para toda a população na região metropolitana de Goiânia”, disse em nota enviada à imprensa.

Já o secretário de Saúde de Goiás, Ismael Alexandrino, criticou a intenção de paralisar o transporte. “Essa questão da vacinação não é na base da reivindicação e muito menos de atos neste momento inoportunos do ponto de vista de greve. O caos seria aumentado”, disse o secretário. Alexandrino também afirmou que a Secretaria de Estado da Saúde (SES-GO) tem discutido sobre isso, mas o Ministério da Saúde (MS), não os colocou como prioridade máxima para este momento.


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