Hugo Bravo analisa empate e dispensa VAR no jogo da volta: “Não vamos gastar dinheiro com isso”

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O empate por 1×1 com o Grêmio Anápolis, no primeiro jogo da final, deixo um gostinho amargo na visão de comissão técnica e dirigentes do Vila Nova. O presidente Hugo Jorge Bravo ressaltou a entrega dos jogadores, porém não escondeu sua insatisfação com alguns erros cometidos durante a partida:

“A equipe correu muito, mas tivemos muitos erros. Entendo que é uma partia decisiva, e isso influencia na tomada de decisão dos jogadores, entendo. Mas todos eles se dedicaram bem”.

Nesse sentido, ele completa dizendo que o caráter decisivo do jogo pode ter influenciado na queda de rendimento e pede que o time tenha mais concentrado para o duelo definitivo no OBA: “Foi jogo de final, né? As duas equipes mais competentes do campeonato decidindo o título. Jogo muito disputado, nervoso, era o esperado mesmo. Temos que ter ciência que nada está perdido, a decisão está aberta. Precisamos fazer uma semana forte de trabalho para domingo estar mais concentrado e conseguir o resultado que precisamos para sermos campeões”.

VAR NA FINAL

A partida em Anápolis não contou com a presença do VAR. Este recurso, como revelado pela própria Federação Goiana de Futebol, é custeado pelos times que compõem a partida e, como Vila Nova e Grêmio Anápolis não se interessaram em financiar o serviço, a partida ficou sem o auxílio de vídeo. A tendência é que no jogo da volta o VAR também não seja usado, uma vez que o presidente do Vila reforça sua opinião de não custear o serviço:

 “O Vila não gasta dinheiro com VAR tendo as pendências financeiras que nós temos. Se a Federação proporcionar, vamos ver com bons olhos. Mas não vou tirar dinheiro da minha cozinha para colocar no VAR. Vou confiar no próximo árbitro, pedir a Deus que tenha uma boa arbitragem que não influencie no resultado do jogo”, finaliza.


Leia mais: Wagner Lopes lamenta empate mas mantém confiança: “voltamos fortalecidos”

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