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sexta-feira, 24, setembro 2021
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Francisco Júnior explica que o erro sobre notas fiscais foi do posto de combustível

O posto de combustível informou que uma funcionária do estabelecimento emitiu a nota errada

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Os parlamentares goianos Francisco Júnior (PSD) e Professor Alcides (PP) foram citados numa reportagem do programa Fantástico, da TV Globo, neste domingo (18), que mostrava uma suposta irregularidade na prestação de contas dos deputados sobre notas fiscais no abastecimento de seus veículos com verba do chamado Cotão.

À reportagem da Rádio Bandeirantes Goiânia, Francisco Júnior disse que houve um erro na emissão da nota fiscal pelo posto, inclusive o estabelecimento divulgou nota explicando o erro.

“E quero deixar muito claro que a reportagem sugere que eu tenha feito um abastecimento de 615 litros de combustível, isso não aconteceu. Eu tenho todos os cupons, foram 14 abastecimentos. Lamentavelmente eu informei isso, mas não me permitiram entregar, são 14 cupons, entrei em contato com o posto de gasolina e o posto assumiu o erro e me deu uma declaração assumindo por escrito que houve essa falha”, explica.

O posto de combustível, em nota, disse que que houve um mal-entendido e que uma funcionária teria cometido o erro na hora de emitir a nota.

“A dúvida apresentada baseia-se no motivo da colaboradora emitente naquela data ter emitido dois cupons fiscais no valor total dos abastecimentos e não 14 cupons. Portanto, quanto aos valores abastecidos, os documentos legais que comprovam todas as transações atestam a idoneidade e a integridade do deputado”, diz trecho da nota do posto.

Os deputados teriam, segundo reportagem, abastecido os carros em uma quantidade “fora da realidade” para um único dia. O repórter diz ainda, por exemplo, que Francisco Júnior “apresentou uma nota à Câmara dos Deputados com mais de 615 litros de combustível”, um abastecimento que teria sido num mesmo dia, sugere a reportagem. No entanto, o parlamentar disse ainda à Rádio Bandeirantes Goiânia que o erro, já confirmado pelo posto, não prejudica a legislação.

“Existe uma falha no ponto de vista da forma que a gente faz as transparências dos nossos gastos, agora como eu disse não é um erro que prejudica, que não cumpre a legislação. A legislação não exige que se faça isso, mas houve uma falha, essa falha, como eu disse, no primeiro momento, do posto, porque o posto assume esse erro formalmente por escrito”, destacou.

A reportagem da Rádio Bandeirantes Goiânia procurou o deputado Professor Alcides, mas a assessoria do parlamentar apenas enviou uma nota explicando que ele não fez nenhum uso “indevido da verba pública”.


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