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sábado, 24, fevereiro 2024
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Secretaria de Saúde lamenta suposta invasão de deputados a hospital

Os deputados disseram que foram ao hospital coma finalidade de fiscalizar e que não foram violentos e nem grossos com os funcionários da unidade de saúde

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Os deputados estaduais Arthur do Val (Patriota) e Ricardo Mellão (Novo), e o deputado federal Kim Kataguiri (DEM-SP), invadiram o Hospital Geral de Guarulhos, na Grande São Paulo, na tarde de sexta-feira (16), segundo a Secretaria de Estado de Saúde de São Paulo.

Os parlamentares teriam forçado e entrado numa área restrita do hospital reservada a pacientes com casos graves de covid-19, além do mal-estar causado à direção do hospital, os deputados teriam também colocado em risco os pacientes e a equipe médica devido à aglomeração que eles causaram.

Ainda de acordo com a pasta, no dia da suposta invasão, o hospital estava com 60 pacientes internados em situação grave com a covid-19.

Pelas redes sociais, o deputado Arthur do Val disse que era uma fiscalização de rotina e que não houve grosseria e nem violência da parte dos parlamentares.

“É claro que há o primeiro choque de uma fiscalização surpresa, quando a gente chega lá com câmera. O pessoal resiste no começo, isso é normal. Só que, em nenhum momento, nós usamos de grosseria ou violência. Em nenhum momento A gente simplesmente pediu permissão para entrar, a gente disse que não podia esperar porque era uma fiscalização surpresa”, explicou.

Já o deputado federal Kim Kataguiri, também pelas redes sociais, disse que a nota da Secretaria de Saúde é mentirosa.

“Bizarro que, no meio de uma pandemia, a pasta dedique seu tempo para espalhar mentiras na internet”.

Em nota, a SES afirma que os políticos envolvidos neste caso deveriam dar exemplo.

“Conduta dos parlamentares destoa do que é esperado de autoridades públicas, que deveriam ser exemplo e zelar pela segurança da população, principalmente em tempos de crise sanitária global. Um ato de desrespeito não apenas com os profissionais da saúde que ali atuam, mas também com as vítimas da doença e seus familiares”, diz trecho da nota.


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