Presidente do Vila Nova cobra da CBF e comissão de arbitragem e pede investigação no futebol brasileiro

Data:

A diretoria do Vila Nova se revoltou após o jogo contra o Botafogo-SP em que o clube se sentiu muito prejudicado com a arbitragem do Capixaba, Dyorgines José Padovani e de Daniel Nobre Bins que foi o árbitro de vídeo no jogo.

Um lance de cabeceio do atacante Alesson aos 48 minutos do segundo tempo onde a bola toca no braço do defensor do time Paulista ganhou muita repercussão no pós jogo.

Em coletiva o Presidente, Hugo Jorge Bravo, cobrou da comissão de arbitragem e da CBF mais competência e lamentou mais uma vez ter sido prejudicado pela arbitragem.

‘’Muita coisa pode ser que esteja acontecendo que o Presidente da comissão de arbitragem não sabe’’, disse.

Hugo Jorge Bravo ainda cobrou uma investigação no futebol brasileiro – ‘’No mínimo tem muita coisa que tem que ser investigada, que acontece’’, disse.

O Vila Nova vai participar nesta segunda-feira, 30,  de uma reunião virtual dos clubes com a comissão de arbitragem para ouvir as justificativas do lance que gerou a revolta e reclamação.

@phgeninho

Compartilhe esse post

Inscreva-se

spot_imgspot_img

Mais Notícias

Recomendadas
Recomendadas

Prefeitura de Goiânia realiza mais de 16 mil inspeções sanitárias em 2026

Fiscalizações resultaram em 694 autos de infração, 62 interdições e 361 apreensões ou inutilizações de produtos; população pode denunciar irregularidades à prefeitura

Governo Lula anuncia pacote para MEIs com proposta de perdão de dívidas e Pix de até R$ 5 mil para investimentos

Medidas incluem proposta de perdão de dívidas, descontos de até 90% em débitos bancários, auxílio de até R$ 5 mil para investimentos e aumento do limite de faturamento

Goiás produz 128,5 milhões de dúzias de ovos no primeiro semestre

Estado registra segundo melhor resultado da série histórica para o período; produção cresceu 53,8% em dez anos e exportações somaram US$ 1 milhão de janeiro a agosto de 2026

Goiás encerra prazo para pagamento do IPVA 2026 nesta quinta-feira (15)

Prazo vale para a décima parcela, o pagamento em cota única e o licenciamento anual em Goiás; atraso gera multa, juros e perda de benefícios fiscais