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segunda-feira, 15, abril 2024
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Presidente da CBF sofre denúncia de assédio moral e sexual

Presidente ainda não se manifestou sobre o caso

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Uma funcionária da CBF acusou formalmente o presidente da entidade, Rogério Caboclo, de assédio moral e sexual. De acordo com as primeiras informações, a denúncia foi protocolada na tarde desta sexta-feira (4) na Comissão de Ética da CBF e a Diretoria de Governança e Conformidade.

De acordo com a mulher, ela teria sido vítima dos abusos desde abril do ano passado e teria provas dessas afirmações. A suposta vítima pede, no documento, que Caboclo seja investigado e punido com afastamento.

Entre as informações repassadas pela funcionária, que trabalha na CBF há 10 anos, estão constrangimentos que ela teria passado em viagens e reuniões a trabalhos. A mulher informa que em um momento, Caboclo teria lhe perguntado se ela se “masturbava” e também teria forçado ela comer um biscoito de cachorro e chamando-a de “cadela”. As informações foram divulgadas primeiramente no site “ge”.

Também há acusação de que a mulher teria tido sua vida pessoal exposta para outros funcionários, segundo ela, com informações mentirosas sobre sua pessoa, por exemplo, invenções de que ela teria relacionamento com Caboclo. As acusações afirmam também que outros diretores da entidade tinham conhecimento dos possíveis assédios.

Ao ge, a funcionária confirmou que fez as denúncias e disse, inclusive, que está em tratamento médico devido à situação que vem passando

“Tenho passado por um momento muito difícil nos últimos dias. Inclusive com tratamento médico. De fato, hoje apresentei uma denúncia ao Comitê de Ética do Futebol Brasileiro e à Diretoria de Governança e Conformidade, para que medidas administrativas sejam tomadas – disse ao ge a funcionária, que não terá seu nome revelado por proteção à vítima”. disse.

A funcionária diz também, na denúncia, que o presidente estava sob efeito de álcool em algumas ocasiões e que ele pedia para que ela escondesse bebidas em lugares para que o dirigente pudesse beber durante o expediente.

Rogério Caboclo não se manifestou sobre o caso até o fechamento deste texto.


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