Em entrevista à Rádio Bandeirantes Goiânia, o secretário de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Pedro Leonardo Rezende, destacou os avanços do Governo de Goiás na execução de políticas públicas voltadas ao setor produtivo, com ênfase no fortalecimento do agronegócio e da base florestal do estado.
“Nós avaliamos de maneira muito positiva. E todos os indicadores oficiais demonstram o quanto esse governo tem sido eficiente em elaborar e executar políticas públicas em favor daquele que é o segmento principal da nossa atividade econômica, que vem do agronegócio e agricultura”, afirmou o secretário durante a entrevista.
A avaliação ocorreu dias depois do anúncio do vice-governador Daniel Vilela, no Palácio das Esmeraldas, em Goiânia. Ele apresentou o Plano de Desenvolvimento do Setor Florestal de Goiás e Suas Vantagens Competitivas. A iniciativa organiza ações do Governo de Goiás para ampliar a base florestal e estimular novos empreendimentos. O plano também busca consolidar o estado como destino atrativo para investimentos, especialmente nos segmentos de papel e celulose.
“Goiás tem condições de liderar uma nova fronteira florestal no Centro-Oeste, com produção sustentável, segurança jurídica e ambiente favorável para quem quer gerar emprego e renda”, afirmou Daniel Vilela. “Nosso estado reúne localização estratégica, segurança e capacidade produtiva para crescer com sustentabilidade e transformar potencial em oportunidade”, completou.

Setor florestal
O plano parte da demanda crescente por produtos de base florestal, como biomassa de eucalipto, que já abastecem cadeias importantes da economia goiana. Também considera oportunidades no mercado internacional, impulsionado pelo avanço das embalagens sustentáveis e pelo aumento do consumo de papel, especialmente em países asiáticos.
Além disso, o documento aponta a necessidade de suprimento para a construção civil e para setores industriais que utilizam energia térmica em seus processos produtivos.
Durante a entrevista à Rádio Bandeirantes, Pedro Leonardo Rezende reforçou que a divulgação das vantagens competitivas do estado é fundamental para atrair novas plantas industriais.
“Vamos apresentar com clareza as potencialidades de Goiás para atrair ainda mais investimentos, sobretudo, no papel e celulose”, declarou.
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Logística
Entre os principais diferenciais de Goiás estão a posição geográfica central, a ampla malha rodoviária, a conexão com ferrovias e hidrovias e a disponibilidade de áreas de pastagens degradadas aptas à produção, com preços competitivos. O plano também prevê medidas para facilitar o acesso ao crédito, reduzir entraves no licenciamento ambiental e garantir previsibilidade aos empreendimentos do setor.
Para o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (Faeg), José Mário Schreiner, a iniciativa terá impacto direto na economia e na qualidade de vida da população.
“Não tenho dúvida que a cadeia produtiva do nosso estado vai trazer ainda mais desenvolvimento e qualidade de vida a todos os goianos”, afirmou.
Já o presidente da Federação das Indústrias do Estado de Goiás (Fieg), André Rocha, destacou o ambiente favorável aos investimentos. “Goiás é um estado singular, com riquezas naturais únicas e um ambiente muito propício para ainda mais investimentos”, disse.


