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sábado, 23, outubro 2021
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Funcionários da Sanesc estariam cobrando indevidamente para instalar hidrômetros em Senador Canedo

A prefeitura informou que demitiu os funcionários envolvidos

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O vereador de Senador Canedo Leonardo Assunção (PL) divulgou um vídeo em que ele investiga um suposto esquema de cobrança de uma taxa por parte de funcionários da Agência de Saneamento de Senador Canedo (Sanesc) para instalar hidrômetros em estabelecimentos do município.

“Acusação é que alguns funcionários da Sanesc estão cobrando para dar preferência para empresários para fazer ligação de água”, diz o parlamentar em um vídeo que a Rádio Bandeirantes teve acesso.

O tempo que uma pessoa espera para receber os profissionais da Sanesc para instalar a água é, segundo a prefeitura, 25 dias. Ainda de acordo com o vereador, era cobrado entre R$ 100 e R$ 200 para que os funcionários fizessem a instalação antecipadamente, desta forma abreviando o tempo de espera.

“Como funciona: eles cobram de R$ 100 a R$ 200 para ligar água de empresário para ganhar dinheiro, enquanto o povo fica quatro, cinco meses à espera da Sanesc para fazer a ligação na casa dele”, diz Leonardo.

Em nota, a prefeitura de Senador Canedo confirmou que os funcionários estavam realizando a cobrança indevida para instalar os hidrômetros, mas que eles foram demitidos e feito um Boletim de Ocorrência (BO).

“Três funcionários da Sanesc foram demitidos e denunciados após ser constatado envolvimento em uma suspeita de cobrança ilegal para instalação de hidrômetro”, diz trecho da nota.

Ainda de acordo com a gestão, após denúncia de empresários do município, em março, a direção da agência iniciou uma investigação e concluiu que houve irregularidades por parte dos servidores.

“O caso vem sendo investigado, em sigilo, pela Sanesc desde março, e a situação apenas se tornou pública após a autarquia demitir os funcionários”, diz.

A Rádio Bandeirantes questionou a prefeitura de Senador Canedo se os funcionários são efetivos ou comissionados; se há mais pessoas envolvidas, quais locais foram beneficiados com a suposta ilegalidade e se as investigações continuam. O espaço ficará aberto para a gestão responder às perguntas.


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