Fiscais da prefeitura fecham boate em Goiânia com 500 pessoas

Aos fins de semana há várias denúncias de desrespeito ao decreto municipal, de acordo com os fiscais

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Foto: divulgação/prefeitura de Goiânia.

Fiscalização da prefeitura de Goiânia flagra festa em boate do Setor Marista com 500 pessoas. A equipe chegou ao local na noite desta sexta-feira (30/4) e aplicou multas ao proprietário e às pessoas que não usavam máscara facial de proteção.

De acordo com a prefeitura, a mesma boate teria voltado a funcionar no dia seguinte, por essa razão a Polícia Militar (PM) precisou conduzir o proprietário do estabelecimento por desobediência.

Os fiscais informaram ainda que, na noite de sexta-feira, foram verificadas nove denúncias de aglomeração e poluição sonora em bares e boates, festas ou eventos clandestinos, além de funcionamento após o horário permitido. Ao todo, foram aplicados 10  autos de infração, duas interdições e uma intimação fiscal. Ainda, 26 pessoas sem máscara foram identificadas e autuadas pela Guarda Civil Metropolitana.  

Ainda na sexta, de acordo com a prefeitura, um bar também no Marista foi autuado por produzir música ao vivo sem autorização, além de intimação fiscal da Vigilância Sanitária por desrespeito aos protocolos sanitários. No Parque Bom Jesus, festa com som automotivo foi encerrada por aglomerar 172 pessoas, a maioria jovem e sem máscara, resultando, ao organizador, autuações pelas três áreas da Central, além daquelas dispensadas aos usuários sem máscara.

No sábado (1/5), mais fechamentos, incluindo outro bar no Setor Marista, que, segundo relatos, desrespeitava os protocolos sanitários e capacidade máxima de ocupação. Outros estabelecimentos reincidentes foram autuados e fechados no Anel Viário, Jardim Europa e Jardim Atlântico.

A prefeitura destaca que aos fins de semana há diversas denúncias de estabelecimentos que não cumprem o decreto municipal e que os fiscais acabam tendo muito trabalho para fiscalizar esses locais.

“O final de semana tem sido de muito trabalho para as equipes de Fiscalização, que flagram profundo desrespeito às determinações municipais e, consequentemente, à vida. Sem essa cooperação não conseguimos vencer a pandemia, precisamos pensar no outro, naqueles que estão retomando as atividades com responsabilidade”, afirma Jadison Tavares, coordenador da Central de Fiscalização. 


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