Desembargador Carlos França é eleito presidente do Conselho de Presidentes dos Tribunais de Justiça do Brasil

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O chefe do Poder Judiciário goiano, desembargador Carlos França, foi eleito, por aclamação, nesta sexta-feira (25), presidente do Conselho de Presidentes dos Tribunais de Justiça do Brasil, durante o 5º Encontro do Consepre, realizado em Bonito, no Mato Grosso do Sul. “É uma honra e uma grande responsabilidade assumir a presidência do Consepre, que reúne os presidentes de tribunais de justiça de todo o País e que tem a relevante missão de discutir os rumos da Justiça Estadual no Brasil”, disse França.

O desembargador-presidente também foi agraciado com a Medalha Ordem do Mérito Judiciário do Estado do Mato Grosso do Sul. A honraria é destinada a galardoar pessoas e entidades por serviços ou méritos que os tenham tornado dignas do reconhecimento da justiça sul-mato-grossense. Outros presidentes também receberam a honraria.

Também comporão a administração do Conselho o desembargador Marcos Alaor Diniz Grangeia (TJRO), como vice-presidente; Paulo Sérgio Velten Pereira (TJMA), como vice-presidente de Relacionamento Institucional; Iris Helena Medeiros Nogueira (TJRS), como vice-presidente de Cultura, e José Arthur de Carvalho Pereira Filho (TJMG), como vice-presidente de Inovação e Tecnologia. A posse da nova composição será em Foz do Iguaçu (PR), no dia 19 de janeiro.

Carta de Bonito

A 5 edição do Consepre foi encerrada nesta sexta-feira (25), após três dias de evento, com a leitura da Carta de Bonito pelo presidente do Consepre e do Poder Judiciário do Paraná, desembargador José Laurindo de Souza Netto.

O documento, assinado por todos os dirigentes dos tribunais, aprovou direcionamentos importantes, como o fortalecimento do Conselho, a defesa das prerrogativas da magistratura e exposição para o CNJ da realidade dos tribunais do País.

Nos três dias de trabalho, acompanhados de juízes auxiliares, os presidentes dos tribunais participaram de palestras e conheceram boas práticas do TJMS, com a finalidade de ampliar a troca de ideias e otimizar os trabalhos do Judiciário no Brasil, por meio do uso de experiências exitosas já em execução.


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