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segunda-feira, 15, abril 2024
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Com “jeitinho brasileiro”, população tenta burlar regra em supermercados

A recomendação dos decretos em vigor na Região Metropolitana de Goiânia, é para que apenas uma pessoa por família entre nas lojas por vez para realizar as compras.

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O vice-presidente da Associação Goiana dos Supermercados (Agos), Sirley Couto, contou em entrevista ao Jornal Bandeirantes que o “jeitinho brasileiro” também está presente na hora dos goianos fazerem compras. A recomendação dos decretos em vigor na Região Metropolitana de Goiânia (RMG), é para que apenas uma pessoa por família entre nas lojas por vez para realizar as compras. Entretanto, a população pode estar descumprindo essa medida.

“O brasileiro tem um jeitinho né, ele sempre leva alguém a mais, pega uma fila distante. Infelizmente pode acontecer isso”, diz. De acordo com ele, os funcionários do supermercado não sãos fiscais e por isso, pede a colaboração da população. “O que nós estamos fazendo é manter o distanciamento nas lojas, isso em filas de açougues, filas de checkout, a sanitização dos carrinhos”, conta.

Outro meio para tentar conter a quantidade de pessoas em supermercados é a quantidade de pessoas por loja. Os estabelecimentos controlam a quantidade de pessoas no ambiente por fichas que são recebidas e entregues na entrada e saída dos locais. “À medida que essas pessoas for saindo ela devolve essa ficha na saída”, pontua.

Contaminação nos supermercados

De acordo com ele, na rede de supermercados que administra, com cerca de 180 funcionários, apenas 20% foram contaminados, mas os casos ocorreram em meados de junho de 2020. O vice-presidente pondera que nenhum dos empregados foi a óbito e apenas um necessitou de internação. Segundo Sirley, os dados revelam que não há disseminação do vírus entre os funcionários.

Ainda no início da pandemia, quando o tempo de quarentena era incerto, o estoque, principalmente de alimentos, ficou escasso devido as pessoas que compravam mais que o necessário. Essa situação ainda acontece. “As vezes a população está preocupada com a falta de mercadorias, e as industrias estão trabalhando para não faltar”, alerta.

Sirley ressalta eu “não há falta de produtos, não tem que ter a correria de vir ao supermercado, fazer estocagem de mercadorias, por enquanto está tudo em ordem”, sublinha.


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