“As empresas insistem em falar de prejuízo, mas não saem do negócio”, diz Policarpo sobre o transporte coletivo

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A Prefeitura de Goiânia irá apresentar nos próximos dias uma contraposta para adesão do Paço no Plano Emergencial que pretende auxiliar as empresas do transporte coletivo da Região Metropolitana de Goiânia. O Paço entende que o percentual destinado à Goiânia não é responsabilidade do município. Na divisão de valores, o estado ficou com 17%, Goiânia com 41% e o restante dividido entre as cidades da Região Metropolitana.

O vereador Romário Policarpo (Patriota), presidente da Câmara Municipal de Goiânia, criticou o sistema atual durante entrevista ao Jornal Bandeirantes na manhã desta quinta-feira (04). De acordo com Policarpo, Apesar da Casa ter cadeira na Câmara Deliberativo do Transporte Coletivo (CDTC), ocupada pelo vereador Lucas Kitão (PSL), há pouca discussão em relação ao assunto.

“O que a Câmara pode fazer e o que a gente tem feito, são as cobranças. O transporte hoje, é falho, não agrada, não é bom para ninguém”, afirma Romário. A gente tem que entender o que está acontecendo. Porque as empresas tomam prejuízo e não aceitam sair do negócio. Se eu tenho um negócio que toma prejuízo, eu fecho ele”, argumenta. “As empresas insistem em falar de prejuízo, mas não saem do negócio”, sublinha.

Segundo o vereador, é necessária uma mudança de formato, pois o atual está falido. “Nós temos empresas o tempo inteiro reclamando que tomam prejuízo, mas que também não saem da Prefeitura de Goiânia, não aceitam novas licitações”, pontua.

Confira a entrevista completa do vereador e presidente da Câmara Municipal de Goiânia, Romário Policarpo (Patriota) que, entre outros assuntos, falou sobre o fechamento do comércio durante a pandemia, volta do público aos estádios e os tributos abusivos cobrados em Goiânia.


Leia mais: Paço irá apresentar contraproposta para adesão no Plano Emergencial do Transporte

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