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terça-feira, 7, abril 2026

Cantor Amado Batista entra em lista do trabalho escravo; defesa nega irregularidades 

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O cantor Amado Batista teve o nome incluído na chamada “lista suja” do trabalho escravo, atualizada na segunda-feira (6) pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). A defesa do artista nega irregularidades e afirma que não houve resgate de trabalhadores nas propriedades localizadas em Goianápolis, na Região Metropolitana de Goiânia. 

Segundo o Governo Federal, 14 trabalhadores teriam enfrentado condições análogas à escravidão durante fiscalizações feitas em 2024. As ações ocorreram em duas propriedades: 

  • Sítio Esperança: 10 trabalhadores em situação de jornada exaustiva  
  • Sítio Recanto da Mata: 4 trabalhadores em condições degradantes  

De acordo com o MTE, as jornadas chegavam a até 18 horas diárias em uma das propriedades. Já no sítio destinado ao plantio de milho, os trabalhadores dormiam em um galpão sem estrutura adequada, sem camas, móveis ou condições mínimas de higiene. 

Além disso, relatos indicam que funcionários trabalhavam sem registro e sem receber salários, cumprindo jornadas entre 12 e 16 horas por dia. 

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Defesa nega resgate e afirma regularização 

Ao g1, o advogado de Amado Batista, Maurício Carvalho, afirmou que não houve resgate de trabalhadores e que a equipe corrigiu todas as pendências após a fiscalização.

Segundo ele, no caso do Sítio Recanto da Mata, uma empresa terceirizada contratava os trabalhadores para a abertura da área de plantio. Após a inspeção, as partes firmaram um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com o Ministério Público do Trabalho (MPT). O acordo quitou as obrigações trabalhistas.

Já no Sítio Esperança, a defesa afirma que as irregularidades estavam relacionadas à estrutura de moradia e convivência e que o responsável já realizou as adequações.

Amado Batista na lista suja do trabalho escravo: defesa se pronuncia | G1

Nota completa da defesa de Amado Batista 

“Primeiramente, a informação veiculada que de houve o ‘resgate’ de 14 trabalhadores na propriedade do Senhor Amado é completamente falsa e inverídica! Não houve de nenhum trabalhador nas propriedades. Todos os funcionários continuam trabalhando na propriedade normalmente! 

Ocorreu uma fiscalização em uma fazenda ‘arrendada’ pelo senhor Amado para o plantio de milho, na qual foram identificadas irregularidades na contratação de 4 colaboradores que eram empregados de uma empresa terceirizada que fora contratada para fazer a abertura da área de plantio. 

O fato ocorreu em 2024, foi assinado um TAC com o MPT, no qual todas as obrigações dos colaboradores foram integralmente pagas e quitadas. 

Outrossim, já estão sendo tomadas todas as providências administrativas para o encerramento de todo e qualquer procedimento de autuação.”

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