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sexta-feira, 30, janeiro 2026

Justiça mantém prisão temporária de pai e filho suspeitos de matar corretora em Caldas Novas

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A Justiça manteve a prisão temporária de Cléber Rosa de Oliveira e do filho dele, Maicon Douglas Souza de Oliveira, investigados pela morte da corretora de imóveis Daiane Alves de Souza, de 43 anos, que estava desaparecida desde dezembro de 2025, em Caldas Novas. 

A juíza Vaneska da Silva Baruki, titular da 1ª Vara Criminal de Caldas Novas, tomou a decisão durante a audiência de custódia realizada na quarta-feira (28). A Polícia investiga os dois por homicídio e ocultação de cadáver. 

Conforme a magistrada, há indícios de autoria contra Cléber, especialmente devido a um histórico de conflitos entre ele e a vítima. Em relação a Maicon, a Justiça apontou suspeita de auxílio posterior ao crime e de atuação para dificultar a investigação, principalmente envolvendo provas digitais. 

Vídeo mostra momento da prisão de síndico e filho suspeitos de matar  corretora de imóveis em Caldas Novas | O Popular

Segundo a decisão, Maicon teria comprado um novo celular para o pai no dia 17 de janeiro, logo após diligências periciais consideradas importantes no andamento do caso. 

A juíza justificou a manutenção das prisões como necessária para garantir o avanço das investigações, viabilizar interrogatórios, apurar a participação de outras pessoas e esclarecer a dinâmica dos fatos, além de evitar uma possível fuga dos investigados. 

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Justiça mantém presos pai e filho suspeitos de matar corretora em Caldas  Novas - Jornal Opção

Cumprimento de mandados de busca e apreensão

A Justiça também autorizou os agentes a cumprir mandados de busca e apreensão em endereços ligados aos suspeitos e a terceiros. Além disso, o juiz determinou a quebra de sigilo de dados telefônicos e telemáticos dos aparelhos apreendidos. A decisão permite ainda a extração de conteúdos armazenados em nuvem e backups. 

Outra medida autorizada foi a condução coercitiva de João Vieira Filho, que trabalhava como porteiro do prédio onde o crime teria ocorrido. 

Os presos seguem custodiados na Delegacia Estadual de Capturas (Decap), em Goiânia. O caso corre sob sigilo judicial. 

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