Governo de Goiás inicia construção da primeira indústria de oxigênio do Centro-Oeste com investimento de R$ 140 milhões, em Anápolis

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O município de Anápolis deu um passo importante rumo ao fortalecimento de seu parque industrial com o início das obras da primeira indústria de oxigênio do Centro-Oeste. A planta da IBG Gases começou a ser implantada nesta terça-feira (20), na plataforma DaiaPlam, nova área do Distrito Agroindustrial de Anápolis (Daia). O investimento total é de R$ 140 milhões, com articulação feita pela Secretaria de Indústria, Comércio e Serviços (SIC).

A unidade da Indústria Brasileira de Gases vai produzir gases industriais e medicinais, atendendo hospitais, indústrias e outros segmentos em todo o Brasil e na América Latina. Com o projeto arquitetônico finalizado e a terraplanagem já em andamento, a etapa de construção civil começa no próximo mês. A empresa possui todas as licenças necessárias para operação, incluindo autorizações ambientais e de uso do solo.

O secretário da SIC, Joel de Sant’Anna Braga Filho, destacou o impacto do projeto para o desenvolvimento econômico do estado. “Nos empenhamos para trazer a IBG para Goiás porque sabemos da importância estratégica desse investimento. É um empreendimento que reforça a competitividade da nossa indústria e posiciona Goiás entre os protagonistas nacionais na produção de gases industriais e medicinais”, afirmou.

A chegada da IBG também representa um marco na concorrência do setor. “A empresa vai disputar mercado com grandes nomes, como a White Martins. Isso mostra que estamos conseguindo atrair investimentos robustos, com alta tecnologia e capacidade internacional de operação”, completou o secretário.

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Parceria consolidada durante a pandemia

Durante o período mais crítico da pandemia de Covid-19, a IBG Gases já havia atuado em parceria com o Governo de Goiás, fornecendo gratuitamente oxigênio medicinal para hospitais da rede pública estadual. Agora, com a instalação da nova planta, essa colaboração se consolida em um investimento de longo prazo, com potencial para gerar empregos e ampliar a autonomia regional no fornecimento de gases hospitalares e industriais.

Segundo projeção da empresa, cerca de 60 empregos diretos devem ser criados na fase inicial de implantação da indústria. A expectativa é de que o número aumente à medida que a produção se expanda nos próximos anos.

Lucas Freitas
Lucas Freitas
Jornalista formado pela UNIFASAM - Centro Universitário Sul-Americano. Profissional apaixonado em entretenimento, cinemas, teatro, futebol e musicas. Jornalista por amor.

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