Quatro produções voltam em cartaz à tela do Cine Cultura

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O Cine Cultura reexibe nesta semana várias produções que estiveram em cartaz durante o mês de dezembro. A sala retorna à programação os filmes E Então Nós Dançamos, do diretor Levan Akin, Bixa Travesty, de Claudia Priscilla e Kiko Goiffman, Parasita, dirigida pelo coreano Joon-ho Bong, e A Rosa Azul de Novalis, de Gustavo Vinagre e Rodrigo Carneiro.

Os longas-metragens serão exibidos a partir desta quinta-feira, 2, até a próxima quarta-feira, 8.

O Cine Cultura é uma unidade da Secretaria de Cultura (Secult Goiás), e funciona no prédio do Centro Cultural Marietta Telles Machado, na Praça Cívica.

O ingresso da sala custa R$ 8 (inteira) e R$ 4 (meia), apenas em dinheiro. Todo mundo paga meia-entrada nas sessões de segunda-feira.

Confira a programação completa:

15h – E Então Nós Dançamos – (Suécia/Geórgia/França, 2019, 106 min, 14 anos, dir: Levan  Akin)

17h – Bixa Travesty – (Brasil, 2019, 75 min, 18 anos, dir: Claudia Priscilla e Kiko Goiffman)

18h30 – Parasita- (2019, Coreia do Sul, 131 min, 16 anos, dir: Joon-ho Bong)

21h – A Rosa Azul de Novalis -(2019, Brasil, 70 min, 18 anos, dir: Gustavo Vinagre e Rodrigo Carneiro)

Sinopses

E Então Nós Dançamos a história gira em torno de Merab (Levan Gelbakhiani), que é bailarino do National Georgian Ensemble desde a infância. No auge de sua carreira, o jovem precisa lidar com a chegada do carismático Irakli (Bachi Valishvili), um talentoso dançarino que se torna seu principal rival e, também, seu amor secreto. Em um cenário conservador e hostil, Merab enfrenta um dilema que divide seu sonho e sua nova paixão.

Bixa Travesty,  mostra a polêmica trajetória da cantora transexual negra Linn da Quebrada. O personagem é a força motriz do documentário, que captura a sua esfera pública e privada, ambas marcadas não só por sua presença de palco inusitada, mas também por sua incessante luta pela desconstrução de estereótipos de gênero, classe e raça.

Parasita traz a saga de quatro membros da família Ki-taek, que estão desempregados, porém uma obra do acaso faz com que o filho adolescente comece a dar aulas privadas de inglês à rica família Park. Fascinados com o estilo de vida luxuoso, os quatro bolam um plano para se infiltrar nos afazeres da casa burguesa. É o início de uma série de acontecimentos incontroláveis dos quais ninguém sairá ileso.

A Rosa Azul de Novalis, o diretor evidencia o drama de Marcelo, um dândi de cerca de 40 anos que possui uma memória inigualável. Ele revive lembranças familiares em sua cabeça e tem recordações de suas vidas passadas. Em meio a essa caixa de memória, resta saber o que Marcelo persegue com essas lembranças nessa vida atual?

Leia mais:

Produção cultural em Goiânia é destaque em 2019

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