Presidente Bolsonaro e Lula da Silva estão à frente em pesquisa Quaest, divulgada nesta quarta

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Pesquisa divulgada nesta quarta-feira (8) a propósito da corrida presidencial, para 2022, mostra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente Jair Bolsonaro (PL) à frente dos demais adversários.

Os números vêm corroborando com uma tese defendida pelos analistas políticos, que o petista e o atual chefe do Executivo devem mesmo decidir a eleição, possivelmente, no segundo turno, já que os outros pretensos pré-candidatos não despontam nas pesquisas.

Lula (PT) — 46%

Jair Bolsonaro (PL) — 24%

Sergio Moro (Podemos) — 11%

Ciro Gomes (PDT) — 5%

João Doria (PSDB) — 2%

Rodrigo Pacheco (PSD) — 1%

Ainda em novembro, o presidente Bolsonaro se filiou ao Partido Liberal e, apesar de não confirmar, tudo indica que será candidato mesmo à reeleição no ano que vem. Moro, que se filiou ao Podemos, também em novembro, discursa sempre que seu nome está à disposição dos brasileiros, porém ainda não confirmou que seria candidato à presidência.

A surpresa dessa pesquisa foi a confirmação de Sergio Moro logo atrás de Lula e Bolsonaro, ou seja, suplantando o ex-ministro Ciro Gomes, que sempre aparecia em terceiro nas últimas pesquisas.

O tucano governador de São Paulo, que acabou conquistando as prévias do PSDB para ser o nome do partido na eleição presidencial, também não despontou ainda nas pesquisas, quase sempre ficando muito atrás entre os pré-candidatos. Agora, com apenas 2%.

Embora Sergio Moro desponte com expressão nessa pesquisa, por exemplo, o nome do ex-juiz da Lava Jato tem também um revés, isto é, seu nome é o segundo mais rejeitado, perdendo apenas para Jair Bolsonaro.

“Moro está vagarosamente ocupando um espaço de quem é nem Lula, nem Bolsonaro. No entanto, ele precisa modular o discurso. A rejeição é muita alta, só abaixo da de Bolsonaro: 61% das pessoas que conhecem o ex-juiz dizem que não votariam nele”, diz Felipe Nunes, diretor da Quaest.

Analistas imaginam também que o presidente Jair Bolsonaro pode dar um salto relevante na corrida eleitoral a partir de 2022, já que o novo programa social Auxílio Brasil, criado no governo Bolsonaro, em substituição ao Bolsa Família, estará em vigor e atenderá milhões de famílias brasileiras, com isso beneficiando o governo federal.

A pesquisa também trouxe um número importante para o presidente da República, que foi a diminuição da rejeição a seu nome. O ambiente político favorável nesse mês de novembro e início de dezembro chega em boa hora para Bolsonaro, que já enfrentou momentos adversos, mormente, devido à pandemia da covid-19.

A avaliação negativa de Jair Bolsonaro chegou a 56%, em novembro, agora caiu para 50%, uma queda considerada de extrema importância pelo governo.

Para a realização do estudo, foram realizadas 2.037 entrevistas presenciais entre 2 e 5 de dezembro, em todos os estados do Brasil. O nível de confiança da Genial/Quaest é de 95%, com margem de erro de 2%.


Leia mais: Vans da vacinação da prefeitura serão usadas também para a influenza H1N1

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