Goiânia ocupa a 16ª posição entre as localidades brasileiras avaliadas pela Oxford Economics no Global Cities Index 2026. O levantamento reúne cidades e áreas urbanas de 163 países.
O ranking considera diferentes indicadores para analisar as características e as condições de desenvolvimento de cada localidade. A avaliação leva em conta cinco dimensões: Economia, Capital Humano, Qualidade de Vida, Meio Ambiente e Governança.
A metodologia busca analisar as cidades a partir de um conjunto de fatores. Por isso, o levantamento não considera apenas o tamanho da população ou o desempenho econômico.
Goiânia se destaca em Meio Ambiente
Entre os critérios avaliados, Meio Ambiente é a dimensão com melhor resultado de Goiânia. A capital aparece na 110ª posição mundial nesse indicador.
Em Capital Humano, Goiânia ocupa a 558ª colocação. Já em Governança, a cidade aparece na 554ª posição.
No indicador de Economia, a capital goiana está na 715ª colocação mundial. Em Qualidade de Vida, aparece na 897ª posição.
Considerando o resultado geral, Goiânia está entre as 1.000 cidades avaliadas com melhor desempenho no ranking global.

Prefeito comenta resultado
O prefeito de Goiânia, Sandro Mabel, destacou aspectos relacionados à qualidade de vida e ao desenvolvimento da capital.
“Goiânia é uma cidade feita de pessoas, de histórias, de cultura e de espaços que fazem parte da vida de todos nós. Queremos uma cidade que ofereça qualidade de vida e que seja cada vez mais agradável para viver, trabalhar e criar nossos filhos.”
Segundo Mabel, a administração municipal pretende valorizar diferentes áreas da cidade.
“É esse o sentido do nosso trabalho: cuidar de Goiânia e valorizar as pessoas, a cultura, o esporte, o lazer e tudo aquilo que faz parte da nossa cidade. Goiânia pra todo mundo, Goiânia pra toda vida”, afirmou.
Ranking entre cidades brasileiras
Além de Goiânia, outras cidades brasileiras aparecem entre as localidades avaliadas pela Oxford Economics.
São Paulo ocupa a 292ª posição mundial. Na sequência estão Brasília, na 335ª colocação; Campinas, na 463ª; Rio de Janeiro, na 487ª; e Florianópolis, na 498ª.
O levantamento também inclui Belo Horizonte, Curitiba, Fortaleza, Porto Alegre, São Gonçalo, Ribeirão Preto, Baixada Santista, São José dos Campos, Sorocaba e Joinville.



