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sexta-feira, 19, abril 2024
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Ex-governador de SP e, agora, vice de Lula visita Goiânia, nesta quarta

O político esteve grande parte de sua carreira política no PSDB, partido adversário histórico do PT, hoje aliado do paulista

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Num encontro histórico, o ex-governador de São Paulo e candidato a vice na chapa de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Geraldo Alckmin (PSB), visitou Goiânia, nesta quarta-feira (21), e fez discurso ao lado de ex-aliados e ex-adversários.

O político esteve grande parte de sua carreira política no PSDB, partido adversário histórico do PT, hoje aliado do paulista. Segundo ele, é uma honra receber esse apoio em Goiânia.

“Quero saudar o ex-deputado [Giuseppe] Vecci, membro da direção nacional do PSDB e que vem trazer já no primeiro turno o seu apoio. Aava Santiago, presidente do PSDB metropolitano, também nos honra com a sua confiança e o seu apoio. E o Rodrigo Rizzo, presidente do PSDB Jovem. Estou citando três, mas é uma infinidade de pessoas”, disse Alckmin.

Logo após aliança de Lula e Alckmin, o ex-tucano explicou que não há nenhuma incoerência em se unir com um ex-adversário, que o momento é propício, já que há riscos para a democracia, segundo ele.

“Tem tido um entendimento do agravamento da situação que o Brasil está. Pode ter disputa, eu já disputei com o Lula, mas nunca ninguém questionou a democracia”, pontua.

O ex-presidente Lula conseguiu se aliar a oito ex-presidenciáveis, os nomes vão de políticos de liberais à esquerda e, também, à direita. Segundo fontes ouvidas pela Bandeirantes, essa é uma demostração de o petista mostrar força e tentar angariar para si o voto dos indecisos, que não queriam votar nem em Lula e também nem no atual presidente da República e candidato à reeleição, Jair Bolsonaro (PL).

Na reunião, Lula recebeu Guilherme Boulos (PSOL), Marina Silva (Rede), Geraldo Alckmin (PSB), Fernando Haddad (PT), Henrique Meirelles (UB) e João Goulart Filho (PCdoB), Luciana Genro (PSOL) e Cristovam Buarque (Cidadania).

Geraldo Alckmin destacou que o desmatamento na Amazonas prejudica a economia brasileira, já que vários países se recusam parcerias comerciais com países que não combatem as queimadas e destruição no meio ambiente.

“Vinha caindo o desmatamento. De repente disparou. Não é feito por agricultor, é grilagem de terra”, declarou.


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