O preço do botijão de gás de cozinha de 13 quilos pode variar até 25% entre revendedoras de uma mesma região de Goiânia. O dado faz parte de uma pesquisa comparativa realizada pelo Procon Goiás em 21 estabelecimentos da capital.
O levantamento ocorreu entre os dias 23 e 25 de setembro. Para comparar os preços, o órgão avaliou estabelecimentos das regiões Norte, Centro-Oeste, Sul, Sudoeste e Leste.
A pesquisa considerou duas modalidades de compra: retirada do botijão no estabelecimento e entrega em domicílio.
Região Norte teve maior diferença
A maior variação de preços foi registrada na região Norte de Goiânia. No caso da entrega em domicílio, os valores encontrados ficaram entre R$ 100 e R$ 125.
Na região Centro-Oeste, a diferença ultrapassou 23% na compra do botijão diretamente no estabelecimento. Os preços variaram de R$ 105 a R$ 130.
O Procon Goiás também identificou diferenças significativas nas demais regiões analisadas.
Na região Sul, a maior variação foi de pouco mais de 13% na modalidade de entrega em domicílio. Os preços ficaram entre R$ 110 e R$ 125.
Já na região Sudoeste, a diferença chegou a quase 15% na compra feita no estabelecimento. Nesse caso, os valores variaram de R$ 105 a R$ 120.
Procon orienta consumidor a pesquisar preços
Diante das diferenças encontradas, o Procon Goiás recomenda que o consumidor pesquise os preços antes de comprar o botijão de gás.
A comparação entre diferentes revendedoras pode ajudar a encontrar valores mais vantajosos. A medida também permite escolher uma opção que se encaixe melhor no orçamento.
No entanto, o preço não deve ser o único critério de escolha. O consumidor também precisa verificar as condições de segurança do produto.

Consumidor deve verificar condições do botijão
O Procon orienta que o consumidor não aceite botijões enferrujados ou amassados. Também é importante verificar se a alça está firme e se a base não apresenta danos.
Outro cuidado é conferir a identificação da companhia de gás no botijão. O consumidor também deve observar se existe algum vazamento na válvula.
O órgão alerta ainda para a compra de botijões comercializados por caminhões de venda clandestina. Esses produtos podem não passar pelos testes, pela manutenção e pelas vistorias obrigatórias.
Por isso, a aquisição desse tipo de produto pode colocar a saúde e a segurança do consumidor em risco.
Mangueira e regulador precisam ser trocados
O consumidor também deve ficar atento à validade dos equipamentos utilizados na instalação do botijão.
A orientação é trocar a mangueira e o regulador a cada cinco anos. A substituição também deve ocorrer caso algum dos equipamentos apresente vício ou defeito.
Após instalar o botijão, o consumidor deve verificar se existe vazamento. Para isso, a orientação é utilizar apenas espuma de sabão.
Caso o vazamento continue, o botijão deve ser levado para um local bem ventilado. Em seguida, o consumidor deve entrar em contato com a empresa responsável pela entrega.




