A Prefeitura de Aparecida de Goiânia, por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semma), puniu rigorosamente um agressor de animais no município. Com base no decreto federal conhecido como “Cão Orelha”, a administração municipal aplicou uma multa que chegou a R$ 50 mil.
Inicialmente, a penalidade administrativa havia sido fixada em R$ 30 mil. No entanto, o valor subiu para o patamar máximo após a confirmação de que o animal não resistiu aos ferimentos e morreu.
Mobilização e rede de apoio ao animal
O caso ganhou repercussão após a tutora do animal pedir ajuda publicamente. Imediatamente, a equipe do Programa de Atenção e Tratamento Animal (PATA) iniciou uma rede de mobilização solidária.
A ação contou com o suporte de uma clínica veterinária particular e doações de terceiros para custear o tratamento de emergência. Apesar dos esforços intensos das equipes veterinárias e dos voluntários, o quadro clínico do animal se agravou devido à violência das agressões.
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Atuação integrada e prisão do agressor
A resposta ao crime ocorreu de forma conjunta entre diferentes órgãos. Enquanto a Polícia Civil efetuou a prisão em flagrante do autor, a Semma cuidou dos trâmites administrativos.
A secretária de Meio Ambiente, Pollyana Borges, ressaltou que a gestão municipal prioriza o combate à violência animal. Segundo a secretária, o prefeito Leandro Vilela determinou rigor total na investigação assim que tomou conhecimento do fato pelas redes sociais.
“Atuamos tanto no acolhimento quanto na punição. Seguimos a orientação de dar suporte total pelo PATA e agir com firmeza na responsabilização do autor”, afirmou Pollyana Borges.
Rigor na aplicação da Lei Cão Orelha
A Semma reforça que a legislação ambiental é clara sobre o agravamento de penas. Quando o crime de maus-tratos resulta na morte do animal, as multas e sanções tornam-se consideravelmente mais severas.
Portanto, a prefeitura mantém o alerta de que continuará fiscalizando e punindo qualquer ato de crueldade animal em Aparecida de Goiânia.



