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quinta-feira, 5, fevereiro 2026

Atestado de óbito confirma tiro na cabeça como causa da morte de corretora desaparecida em Caldas Novas

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O atestado de óbito da corretora de imóveis Daiane Alves dos Santos, de 43 anos, aponta que a causa da morte foi um disparo de arma de fogo na cabeça. De acordo com o documento, o tiro provocou traumatismo cranioencefálico, resultando no óbito. A Polícia Técnico-Científica de Goiás liberou o corpo na terça-feira (3). O velório ocorre em Uberlândia, cidade natal da vítima.

Daiane estava desaparecida havia cerca de 40 dias. No dia 28 de janeiro, as equipes encontraram os restos mortais de Daiane em uma área de mata próxima a Caldas Novas. Em razão das condições do corpo, a identificação só foi possível por meio de exame genético, com coleta de material dos dentes. 

A polícia prendeu temporariamente o síndico do prédio onde a corretora morava, Cléber Rosa de Oliveira, sob suspeita de cometer o crime. Os agentes também detiveram o filho dele, Maicon Douglas de Oliveira, por suspeita de dificultar o andamento das investigações. Ambos permanecem presos. 

Segundo a polícia, Cléber seria a única pessoa com meios e motivação para o homicídio. O advogado de defesa, Felipe de Alencar, informou que o síndico confessou ter utilizado uma arma de fogo para matar a corretora e que segue colaborando com as autoridades. Ainda de acordo com a defesa, o laudo pericial conclusivo ainda não foi anexado ao processo. A defesa de Maicon Douglas não foi localizada. 

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Síndico que confessou matar corretora isentou moradores da taxa | G1

O crime

As investigações indicam que o crime está relacionado a desentendimentos entre Daiane e o síndico. O conflito teria se intensificado depois que a corretora passou a morar no edifício e assumiu a administração de seis apartamentos da família do suspeito. Antes disso, ele exercia essa função.

O conflito teria se intensificado depois que a corretora passou a morar no edifício e assumiu a administração de seis apartamentos da família do suspeito. Antes disso, ele exercia essa função. Ela teria ido até o local para verificar a falta de energia em seu apartamento. Oito minutos depois, outra moradora utilizou o elevador para o mesmo andar e não percebeu nenhuma situação fora do normal. Conforme a apuração policial, o homicídio teria ocorrido nesse intervalo. 

Ainda segundo a investigação, Daiane decidiu ir ao subsolo após constatar que apenas seu apartamento estava sem energia. O corte seletivo de luz em unidades específicas seria uma prática recorrente atribuída ao síndico. A corretora levava o celular e gravava a situação em vídeo, o que pode ter provocado um novo desentendimento entre os dois instantes antes do crime. 

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