Vigilância Sanitária de Goiânia realiza mais de 14 mil inspeções em 2025 e intensifica fiscalização 

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Entre janeiro e agosto de 2025, a Vigilância Sanitária de Goiânia realizou 14.123 inspeções em estabelecimentos comerciais, industriais e de serviços da capital. Segundo o secretário municipal de Saúde, Luiz Pellizzer, as fiscalizações visam garantir normas de higiene, segurança e qualidade, prevenindo riscos à saúde pública. 

Neste ano, o órgão recebeu 576 denúncias da população, o que motivou a intensificação das inspeções em estabelecimentos ligados à alimentação, medicamentos, serviços de saúde e estética, além de outros produtos ou atividades que possam impactar o bem-estar coletivo. 

As fiscalizações analisaram condições físico-estruturais, higiene e conformidade dos produtos e atividades com a legislação. Como resultado, foram emitidas 5.257 intimações, 626 autuações, 52 interdições, além de 205 apreensões de produtos impróprios para consumo e 99 inutilizações realizadas nos próprios estabelecimentos. 

A Vigilância Sanitária também participou de 153 operações conjuntas com órgãos parceiros, incluindo o Ministério da Agricultura, Agrodefesa, Anvisa, Delegacia do Consumidor e Procon, reforçando o controle e a fiscalização na capital. 

A diretora da Vigilância Sanitária, Francinez Linhares, ressaltou a importância da colaboração da população: “As denúncias nos permitem chegar com mais agilidade aos estabelecimentos irregulares e corrigir situações que poderiam causar danos à sociedade”. 

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Como denunciar 

A população pode reportar irregularidades pelo site da Prefeitura de Goiânia ou pelo telefone 0800 646 1510 (fixo). Entre os casos que podem ser denunciados estão: 

  • Produtos com prazo de validade vencido expostos à venda; 
  • Produtos sem rótulo ou com informações ilegíveis; 
  • Más condições de higiene, como presença de insetos, roedores, mofo e sujeira em áreas de preparo de alimentos; 
  • Clínicas, consultórios ou hospitais funcionando sem alvará sanitário; 
  • Falta de esterilização adequada de instrumentos; 
  • Reutilização de materiais descartáveis; 
  • Comercialização de água ou gelo sem procedência; 
  • Profissionais sem habilitação realizando procedimentos de risco, como aplicação de injetáveis. 
Lucas Freitas
Lucas Freitas
Jornalista formado pela UNIFASAM - Centro Universitário Sul-Americano. Profissional apaixonado em entretenimento, cinemas, teatro, futebol e musicas. Jornalista por amor.

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