Zagueiro do Goiás espera jogo difícil contra o Botafogo, mas afirma: “o pensamento é ganhar”

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Neste domingo (14) o Goiás Esporte Clube encara o Botafogo no estádio Hailé Pinheiro, às 18h30, em partida válida pela sexta rodada do Brasileirão. Sem vencer há três rodadas, o time esmeraldino precisa voltar a pontuar para se afastar da zona de rebaixamento. Para o zagueiro Lucas Halter, o time precisa fazer valer o mando de campo e buscar a vitória diante do líder da Série A.

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“Vamos jogar em casa. A gente sabe que é muito forte na Serrinha. Contra o Palmeiras foi fatídico por conta da expulsão que até hoje gera discussões. Mas a gente sabe que em casa temos uma força muito grande. O pensamento é ganhar. A gente respeita muito a equipe do Botafogo, líder, estão muito bem, mas dentro de casa vamos entrar para buscar os três pontos sempre”, frisou.

Invicto no Brasileirão, o Botafogo já somou 15 pontos em cinco rodadas e igualou igualou o recorde do São Paulo em 2011, com a melhor campanha da era dos pontos corridos. Enquanto o Goiás está no Z-4, com apenas três pontos somados. Lucas Halter espera que o clube carioca mantenha sua postura ofensiva na Serrinha.

“Temos que esperar que eles venham pressionando, como estão fazendo em todos os jogos. Eles não mudaram o perfil nem dentro nem fora de casa. Estamos preparados e esperando de tudo, sabemos que vai ser uma partida de nível muito elevado”, projetou. 

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Voltando de suspensão, Halter deve retomar a braçadeira de capitão, já que nas partidas contra o Gimnasia y Esgrima, pela Copa Sul-Americana, e Palmeiras, na Série A, o jogador assumiu a responsabilidade após o goleiro Tadeu sofrer uma fissura no dedo da mão direita. Com pouco tempo de clube e apenas 23 anos de idade, o zagueiro disse estar contente com a oportunidade. 

“Sabemos que nosso capitão sempre foi e sempre será o Tadeu, mas ele está ausente. Particularmente fico muito feliz de poder ser o capitão, mas isso para mim não interfere em nada, porque não mudou a minha postura. Com a braçadeira ou não, tento ajudar o máximo dentro ou fora de campo e a braçadeira é um a mais. Meu perfil não muda, sempre fui assim, desde quando cheguei ano passado, tento ajudar todo mundo e o que estiver ao meu alcance eu vou fazer para ajudar o Goiás”, finalizou. 

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